Nesta semana uma grande amiga convidou para assistir uma apresentação do coral jovem na igreja que frequenta em São Paulo, a Nova Semente. E sempre que ela me chama eu vou com o maior prazer.Muito por que ela é uma grande amiga que nunca me abandonou nestes longos e turvos anos. Combinamos que iriamos almoçar logo após o culto mas o motivo principal mesmo deste encontro é que ela queria que eu aprovasse conhecesse seu novo namorado.Infelizmente não deu, o dia amanheceu chuvoso e fiquei mesmo pelos lençois e ocmpromisso para o prõximo sábado.
Desde o ano passado combinei com o Emerson Batista de nos encontrarmos para tomar umas e colocar em dia a conversa atrasada pelo menos em uns quinze anos. Ele vive me cobrando este papo.
Antes do carnaval, o Edu que estava completamente envolvido com a campanha da Cerveja Devassa, ele é diretor da conta publicitária da cerveja que aliás eu só bebo em homenagem a ele mesmo, por que cá pra nós...mas o que eu tava falando mesmo?Ah, sim combinamos que vamos nos reunir pra colocar o papo em dia.
Mas estou comentando estes convites por que estou chegando aos cinquenta anos e sinto vontade de reatar vários laços e terminar antigas conversas que se perderam com o tempo.Em cinquenta anos muitos amigos passam por nós e eu gostaria de contar a estes amigos que as previsões negativas ao meu respeito não se concretizaram, de como adotei meu filho e de como ele me deu um neto.Contar como foi minha carreira profissional que ora chega ao seu final, faltando três anos para aposentadoria.Contar que eu tomei jeito... Ou então que não mudei nada que eles estavam certos mesmo, eu não tinha jeito.Ninguém muda, pau que nasce torto nunca se endireita.
Contar que continuo pobre muito pobre, mas aí eles viriam para reclamar que mesmo pobre eu bebo whisky e vinho e dirão que vinho e whisky é coisa de boiola que o bom mesmo é a cerveja barata que eu bebo, ou que melhor ainda seria se eu não bebesse, ou viriam pra me esnobar com seus carrões e desfazer das minhas histórias de gente fraca.. É muito fácil ser pobre.
Mas como dizia meu amigo Dago Villafranca, que é outro que preciso encontrar:
Antes do carnaval, o Edu que estava completamente envolvido com a campanha da Cerveja Devassa, ele é diretor da conta publicitária da cerveja que aliás eu só bebo em homenagem a ele mesmo, por que cá pra nós...mas o que eu tava falando mesmo?Ah, sim combinamos que vamos nos reunir pra colocar o papo em dia.
Mas estou comentando estes convites por que estou chegando aos cinquenta anos e sinto vontade de reatar vários laços e terminar antigas conversas que se perderam com o tempo.Em cinquenta anos muitos amigos passam por nós e eu gostaria de contar a estes amigos que as previsões negativas ao meu respeito não se concretizaram, de como adotei meu filho e de como ele me deu um neto.Contar como foi minha carreira profissional que ora chega ao seu final, faltando três anos para aposentadoria.Contar que eu tomei jeito... Ou então que não mudei nada que eles estavam certos mesmo, eu não tinha jeito.Ninguém muda, pau que nasce torto nunca se endireita.
Contar que continuo pobre muito pobre, mas aí eles viriam para reclamar que mesmo pobre eu bebo whisky e vinho e dirão que vinho e whisky é coisa de boiola que o bom mesmo é a cerveja barata que eu bebo, ou que melhor ainda seria se eu não bebesse, ou viriam pra me esnobar com seus carrões e desfazer das minhas histórias de gente fraca.. É muito fácil ser pobre.
Mas como dizia meu amigo Dago Villafranca, que é outro que preciso encontrar:
- Amigão, o mais difícil (ficar rico) também é problemático.Os "pseudo-amigos" vão aparecer na sua casa dizendo que estavam morrendo de saudades, que você desapareceu e que sentem falta da sua presença.Que pinga é coisa de bandido (apesar de Salinas); bom mesmo é vinho e whisky.E vão consumir seu estoque.Mas eu garanto que os verdadeiros amigos não notarão a diferença, se algo mudar. Continuarão falando com você e enviando emails e visitando.
Grande Dago, por onde andas?
E é do velho Dago que tiro mais esta ilustração depois de um dia de muito trampo lá na anitga Publicis Norton no final do expediente liga no meu ramal:
-Vamos tomar umas brejas?
EU:
-Bicho, tô ferrado. Não tenho um centavo.
Dago:
-O que uma coisa tem a ver com a outra?
A conclusão disso tudo é que não importa.Mas não importa mesmo. E aproveito para dizer ao Emerson que vamos sim marcar a breja. Semana que vem vou lá na Nova Semente com a Ciba e ainda tem a reunião com Juba, Eduardo. E um grande abraço aos meus amigos, os que são sabem.



