quarta-feira, 16 de março de 2011

Eu fui de vovozona

Do nada resolvi convidar os amigos mais próximos para passarmos o carnaval na “Chácara do Jorjão” localizada em Sumaré interior de São Paulo.O Jorjão é meu amigo, é amigo da turma e fez um preço bem baratinho desde que ele e a esposa também pudessem participar.
E de repente veio aquela sensação de quando organizava retiros ou acampamentos de carnaval nos sagrados tempos de igreja. Até lembrei do ultimo que organizei junto com os amigos Edson, Wagner e o Alex no sitio Cata ventos lá no início dos anos 90. Saudades desses tempos e desses meus ingratos amigos.
Trinta pessoas. O diferencial dessa vez é que a turma bebe! Mas bebe e como bebe! Mas eu nem tenho vergonha de escrever sobre isso. A vida muda, os amigos mudam, a gente muda.Mas que a gente bebe, bebe e não fica tonto e não desejamos mal a quase ninguém.
Tudo sendo realizado como combinado. No sábado macarrão o dia inteiro. Domingo dia do churrasco William chega com a família e me traz uma peça de alcatra que “deusmeperdoe”. A Lucia minha irmã que veio do Rio especialmente apresentou a novidade que tá bombando por lá, churrasco de fígado e o Claudio apresenta uma peça de panceta que nem eu nem minha irmã provamos pois não comemos “carne imunda”. Os amigos não entendem esse princípio que permite você beber mas não permite comer carne de porco. “Questão de princípios mano.Nossos princípios.” (aliás isso dá assunto para um novo post)
O Jorjão tem na chácara aquelas televisões de assar frango.E este foi o cardápio da segunda-feira: frango assado com batatas. A gordura do frango foi escorrendo por sobre as batatas...e não tem como não ficar olhando aquilo rodando..."ta contando as voltas?".Terça-feira comida japonesa: “Okisobrou”.
Como antigamente ,eu não estava me divertindo, como antigamente as pessoas estavam se divertindo e eu cansado. Mas estava triplamente feliz. Ali estavam reunidos alem dos meus amigos, minha irmã Lucia e o cunhado Alexandre, meu filho William com a esposa Juliana e a minha razão de viver, o Ryan que quando tá feliz com alguma coisa só consegue dizer “Oi”. Agora eu vou avisando, se este moleque consegue dizer : “Oi Vô”, juro que tenho um treco.
E as festas? Na segunda-feira estava programada a festa do ridículo mas que no final se transformou numa festa maluca onde os meninos se vestiram de mulher e foi aquele festival de perucas coloridas, roupas apertadas e poses, muitas poses e alegria, muita alegria.Não era festa de carnaval era a nossa festa, dos meus amigos.
Quando organizava estes eventos antigamente a preocupação e a cobrança eram tantas que eu mal tinha tempo de me divertir agora é diferente... estava ali sentado olhando a bagunça e o pessoal insistindo pra eu entrar na dança e me fantasiar também...

Daí eu pensei...e por que não?

3 comentários. Clique e deixe o seu!!:

Elaine Gaspareto disse...

Amigão,
Mas está a própria rsrsrs
Foi bom, você se divertiu?
Espero que sim!
Beijosssss

Reminiscências de Emerson Batista disse...

É Marajá (Como diria a Fafa)... Onde fomos parar hein!! Fomos não... vc foi... rsrs O melhor da festa foi a parte do pessoal Bebe... e como bebe...

Um abração

Eneida disse...

Que lindo!!!!!!!! Amei..... Bom vc ter se divertido. beijinhos

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