Ninguém segura este rojão!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Ninguém segura este rojão!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Caraca, já são quase 11hs e o Amigão ainda não chegou com os ingredientes da feijuca! Será que ele esqueceu que quarta feira é o dia que a blogosfera se reúne aqui para participar da já tradicional feijoada do Amigão?
Com certeza ele deve ter passado em algum boteco por ai. E agora pronto, ele vai começar falar de futebol, música, ou qualquer outro assunto!
Agora danou-se! Daqui a pouco a turma começa a chegar e não tem nada pronto! Não é possível! Espero que ele não venha novamente com essa história de pizza.
Mas eu já sei mais ou menos que vou fazer. Como tem umas carnes aqui no freezer, umas cervas bem gelada, acho que vou aproveitar que o final de semana já começa amanhã e preparar um churrasquinho aqui para gente! Acho que ele não vai se importar, não é?!
E antes que a galera comece a reclamar de fome, eu vou adiantando aqui!
Ex- pensamento do dia: "Não tem comida ruim, o ruim é não ter comida.”
segunda-feira, 27 de abril de 2009

sexta-feira, 24 de abril de 2009
Maria Elite, natural da Bahia, é a diarista do Amigão.Escreve todas às sextas aqui no blog do patrão, além de ser a limpadora oficial de cocô da Ana Carolina, a cachorra, não a cantora. Ao contrário do que pensa, sua excelência o patrão não vai fornecer nenhum convite pra ela assistir o Show do Leonardo amanhã..Todas as notícias são verdadeiras, a única falsa aqui é ela mesmo.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009

PSICANALISTA - Por quê?
PACIENTE - Não sei...
PSICANALISTA - Não sabe...? Só isso?
PACIENTE - Sim... não sei...
PACIENTE - Três?
PSICANALISTA - Três! O primeiro jurava que era um passarinho. Quando eu fiz com que ele pensasse diferente ele foi embora voando pela janela; já o segundo se dizia uma lâmpada, veja só quanta tolice... Por fim também foi embora me deixando no escuro...
PSICANALISTA - Bem, o terceiro se dizia invisível. Pra lhe dizer a verdade eu nem vi se ele veio mesmo.
PACIENTE - Ah sim!
PSICANALISTA - E você? Que tipo de crise tem?
PSICANALISTA - (surpreso) O que???
PACIENTE - O que o senhor ouviu, doutor Herculano. Pra mim, eu sou um ser-humano.
PSICANALISTA - Mas como pode isso!?
PACIENTE - Pois é, não sei...
PSICANALISTA - (pensativo) Há quanto tempo você tem essa crise?
PACIENTE - Não sei exatamente, faz tempo. Pra lhe dizer a verdade acho que nunca deixei de tê-la.
PACIENTE - Já. Alguns muito bons por sinal.
PSICANALISTA - Oh, por favor, depois deixe-me o telefone de um deles. Preciso muito ir a um.
PACIENTE - O senhor...!? Está bem...
PSICANALISTA - Continua.
PACIENTE - Bem, alguns deles me disseram que talvez pudesse ser algum trauma de infância.
PSICANALISTA - É natural.
PACIENTE - Por que “enquanto criança”?
PSICANALISTA - Ora, digamos que os valores, os conceitos e as exigências sociais não tenham ainda corrompido a natureza humana. “Deixai vir a mim as criancinhas...” diz a voz da sabedoria.
PSICANALISTA - Acredito. Aliás, você tem mesmo um jeitão meio assim de débil mental. Diria até que um perfeito demente; não um ser-humano.
PACIENTE - Generoso o senhor...
PSICANALISTA - Fique à vontade.
PSICANALISTA - Eu não disse isso.
PACIENTE - O que disse então?
PSICANALISTA - Que não acredito que você seja.
PSICANALISTA - Algumas evidências...
PACIENTE - Por exemplo?
PSICANALISTA - O seu jeito de se vestir, de se comportar...
PACIENTE - E o que tem de errado com a minha roupa?
PACIENTE - Tenho.
PSICANALISTA - Por que não veio com ele?
PACIENTE - Pra cá?
PSICANALISTA - Isso! Hoje está calor. Acho que o pijama iria te deixar mais à vontade com o nosso clima tropical do que esse terno europeu que te empacota.
PACIENTE - Seria no mínimo ridículo eu vir andando de pijama pelo meio da rua.
PACIENTE - Ah! Então deveria eu também ter que andar nu pra me considerar humano?
PSICANALISTA - Talvez não de roupas, mas de valores.
PACIENTE - Bem, mas ao que me parece, o senhor também está um tanto quanto empacotado.
PSICANALISTA - Assim como gosta da roupa que usa. Só não creio que se tivesse nascido na Índia, por exemplo, iria apreciá-la da mesma maneira. Prefiro acreditar que o gosto que eu tenho hoje não é exatamente meu, mas sim que vem sendo preparado ao longo de algum tempo para que eu goste dele.
PSICANALISTA - E de domínio, e de exploração, e de manipulação...
PACIENTE - Mas não será por isso que eu irei deixar de me considerar um ser-humano.
PSICANALISTA - Essa é apenas uma evidência. Existem outras.
PACIENTE - Por exemplo...?
PSICANALISTA - O simples fato de você estar aqui.
PACIENTE - E o que tem demais nisso?
PACIENTE - Talvez.
PSICANALISTA - E com isso você despreza o seu próprio poder de autodeterminação física, mental e espiritual para atribuí-lo a um psicanalista que você sequer viu antes, tamanha é a descrença que você tem em si mesmo. Eu não creio que um ser-humano agisse dessa forma.
PSICANALISTA - Pode ser, mas nenhuma delas chegam aqui se dizendo seres-humanos. Já lhe disse que só ontem vieram três: o primeiro, um passarinho; o segundo, uma lâmpada e o terceiro, invisível. E digo-lhe agora que se você não adquirir a liberdade de um pássaro e não tiver a mente iluminada como uma lâmpada, melhor lhe será que desapareça!
PACIENTE - Trágico esse discurso! Se aqui estou é porque o senhor é um psicanalista.
PSICANALISTA - Você faz idéia de quantos psicanalistas já tentaram ou cometeram o suicídio?
PACIENTE - O senhor quer que eu lhe dê agora mesmo o telefone de algum psicanalista?
PSICANALISTA - Você crer em Deus?
PACIENTE - Creio.
PSICANALISTA - Deveria então aborrecê-Lo menos.
PACIENTE - Aborrecê-Lo menos?
PSICANALISTA - Vai ver o paciente invisível estava lá e você não tenha percebido.
PACIENTE - Pelo visto, devo ficar proibido de tudo. Espero que ao menos não me proibia de respirar.
PSICANALISTA - Não chegaria a tanto, mas procure respirar um pouco mais devagar.
PSICANALISTA – Responda-me uma coisa: você caga?
PACIENTE - O que???
PSICANALISTA - Eu perguntei se você caga, defeca, se borra, essas coisas...
PSICANALISTA - É claro que preciso! Passei a vida inteira acreditando em castelos de areia! Acreditei nos meus pais quando me aconselharam a estudar, a trabalhar e a ter um diploma para que eu pudesse ser alguém na vida, como se antes, de fato, eu nada fosse; acreditei nos religiosos quando disseram que eu nasci do pecado a fim de que eu vivesse me condenando a vida inteira; acreditei na classe política que sempre me reservou ao comodismo de esperar por feitos que eu mesmo poderia ter realizado; acreditei também no “aqui se faz, aqui se paga” onde me vejo pagando justamente um preço por ter cometido o mal de acreditar... e agora, como você, acredito que preciso ir a um psicanalista.
PSICANALISTA – Antes, vale lembrar que a iniciativa e o protesto são atitudes nobres de um ser-humano enquanto a fuga é um grave defeito.
PACIENTE - (indiferente) Quanto é mesmo a consulta?
PSICANALISTA - Resolva com o doutor Herculano.
PACIENTE - Com quem?
PSICANALISTA - Com o doutor Herculano. Como você se atrasou um pouco, ele foi lá dentro resolver alguns problemas e me disse para que eu o chamasse caso você chegasse. Foi quando você entrou atabalhoadamente consultório adentro me chamando de doutor. Então eu - o atendente - resolvi consultá-lo.
ATENDENTE - Moleque? Minutos atrás eu estava sendo tratado por doutor...!
PACIENTE - Eu vou denunciar isso ao doutor Herculano!
ATENDENTE - Ótimo. Se demitido, eu ponho a minha própria consulta em prática. Espere que eu vou chamá-lo. (pega o fone e começa a discar)
ATENDENTE - Quem sabe, a sua liberdade?
PACIENTE - Estou ouvindo latidos de cachorro no corredor! Acaso tem algum cachorro por aqui?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Eu levo até a casinha da Ana Carolina, a cachorra?
Bem que eu concordo com o moço do livro que vi aqui em casa, um tal de Seinfeld: "Se depois de 50 mil anos de civilização chegamos a este ponto, é melhor desistir. Estou falando sério, vamos cair fora. Digamos que a raça humana é uma ideia que não deu certo. De inicio parecia boa, a gente ficou se esforçando um tempão, mas acabou não funcionando".
Eu concordo com este moço. Nó fomos até a lua e até inventamos uma forma de vida melhor e muito moderna, mas acabamos carregando saquinhos com cocô de cachorro.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

quarta-feira, 15 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
"O Sábado era para os hebreus o dia separado para o descanso. Não era qualquer descanso, como as sestas que tomamos depois de almoçar, mas um descanso existencial, um dia para a reflexão e devoção à vida e ao Ser que a criou.quinta-feira, 9 de abril de 2009

É só clicar AQUI que tu chega lá!
Beijão do amigão.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
A Debora mandou há muito tempo o meme que pede pra eu enumerar as sete coisas que me fazer sorrir.Sabe e usou muito bobão mesmo e qualquer coisa me faz sorrir e vai ser difícil lembrar só de sete mas vou escrevendo quando chegar no sete eu paro.terça-feira, 7 de abril de 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009
É isso. A vida é assim mesmo!Bom dia!
sábado, 4 de abril de 2009

O que, hoje, eu vim contar é a história de como o Amigão entrou na minha vida e se tornou especial para mim.
Em um sábado de meados de junho de 2008 eu estive nesse mesmo sofá pela primeira vez, mas o Amigão entrou na minha vida bem antes disso. Já não lembro ao certo qual o caminho percorrido por ele para chegar até mim; só lembro que um belo dia apareceu um comentário especial na minha caixinha de comments: era o Amigão. Nessa época ele ainda não era o amigo querido do meu coração, era apenas alguém que atendia pela alcunha de “Amigão”.
De pronto, retornei a visita, e não lembro se comentei algum post logo nesse primeiro momento. Lembro apenas de que a partir dali passei a visitá-lo religiosamente, e a necessidade de ler suas palavras passou a ser uma constante para mim.
Presenciei mudanças gráficas e editoriais neste espaço virtual-editorial; comentaristas sazonais, que vão e vem como as estações do ano; novos integrantes fazendo parte da turma, alguns se afastando da blogosfera, mas voltando sempre para matar as saudades; as ótimas caricaturas do Moiza e o jeitinho “boa praça” do Amigão.
Comentários, gentilezas, carinho e amabilidades trocados.
Até que um belo dia o Amigão me convidou para sentar aqui no sofá, mas nessa época eu ainda usava o pseudônimo Paty Maionese. Qual não foi a minha própria surpresa ao sentir uma vontade imensa de revelar para o Amigão a minha verdadeira identidade. E foi isso mesmo que eu fiz! Até então, somente a Juliana Freitas sabia que a Paty Maionese não tinha nada a ver com Patrícia (como 11 entre 10 pessoas pensavam), e que eu me chamava, na verdade, Natália.
Quando eu revelei esse “detalhe” para ele, o Amigão logo me sugeriu que esse fosse o tema do meu “sofá” e que eu contasse essa historinha para todo mundo, mas eu recusei, pois ainda não me sentia preparada para tal. E foi exatamente isso que eu disse ao Amigão; disse que estava lhe contando porque confiava nele e o queria muito bem, mas que não seria dessa vez que a Paty ia virar Natália, ou Nati, para os meus amigos queridos.
Então eu escrevi o texto do sofá, onde os papéis se inverteram, e eu acabei por entrevistar (de verdade) o Amigão. O texto rendeu bons comentários, novos amigos e o melhor: cresceu em mim a vontade de me despir da “personagem” e assinar meu nome, assinar minhas postagens e me despedir com “Beijos, Natália”.
Depois disso, eu escrevi um post no meu blog contando a verdade sobre Paty Maionese, e continuei a vir aqui sempre e também a receber o Amigão nos meus comments. A amizade cresceu e eu fiquei bem feliz quando o Moiza fez uma caricatura da turma inteira e eu estava lá no meio.
Sem querer, o Amigão também dita tendências. Afinal, há quase um ano eu mantenho a Coluna de Quinta, onde a cada semana recebo um blogueiro para assiná-la. Sim, ela é livremente inspirada neste mesmo sofá para o qual escrevo agora.
E adivinhem quem é o colunista da próxima semana?
Isso mesmo! O próprio Amigão.
Pois pronto. Tudo isso pra dizer que o Amigão é muito especial para mim.
Beijos,
Natália
Natália escreve no blog um pouco de bossa. Passem lá.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Já na terça-feira mandou um bilhete informando que a ordem é cortar custos. Sei. Cortar custos é uma coisa que nunca entendi. To sabendo que vai viajar pra Bahia e pro Rio, mas vai cortar o meu salário pela metade. Que porcaria de corte é esta, que só corta o meu salário? A cerveja e as viagens não podem cortar?
Respondi no mesmo bilhete: "Vago!"
O desinfeliz escreveu de volta:
“Vago é uma palavra muito vaga”.
Não achei graça nenhuma e retruquei:
” Confuso”.
Sem nada mais importante pra dizer respondeu
“Ambíguo”.
Eu sei lá o que é isso. Ambíguo...?
Retruquei; “nebuloso”.
E ele retrucou de volta: “Não me irrite. Entendeu agora?”.
Respondi: “Grosso!”
E resolvi para com esta troca de correspondências, pois tenho muito mais o que fazer. Senão estaríamos trocando bilhetinhos até hoje.
Vou cuidar da casa e da preparação pro sábado e ficar na minha.
Pois como diz o ditado “Na briga das pedras com as ondas quem se ferra é o caramujo”.
Não sei se é exatamente este o ditado, mas vocês entenderam certo?
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Você sabe a hora de terminar uma história? E uma história de amor?
E quando a Bethânia implica nostálgicamente: “Negue que me pertenceu, diga que já não me quer, que eu mostro a boca molhada, ainda marcada por um beijo seu”.
A MPB, a bossa nova, o sertanejo e o proprio rock, são carregados de muscias solos-despedidas.
Foi Tim Maia que gritou uma vez: "To indo embora...Pode crer você pois tudo a perder...foi jogo sujo.”
E o Guilherme Arantes e Cazuza e alguns outros cantaram: " Pra que mentir, fingir que perdoou.Tentar ficar amigos sem rancor. A emoção acabou e que coincidência, o amor."
Aquilo ali é o ápice da mendicância. Sim. Porque quem tá indo embora tá indo. Da mesma maneira que quem fica, tá ficando e pronto.
“- Não se vá, me dê uma chance outra vez.Daqui pra frente tudo vai mudar...”
Corações dilacerados.
“Você pode ficar com a medida do Bonfim, não me valeu. Devolva o Neruda que você me tomou e nunca leu...”
Todo mundo tem que saber a hora que a história termina. É como no cinema que quando você menos espera aparece “The End”. Não adianta espernear. Acabou. Ou como dizia a dona Maria do Rosário (mulher muito conhecida no meu blog mas que lá em casa eu chamo de mãe): "Acabou o milho, acabou a pipoca!"
Simples assim.
Ouvi o Chico cantando "Trocando em miudos" e foi esta música que me ensinou como reagir ao final de uma história e olha que eu era bem moleque na época...sim o garoto bobão...aquela voz do Chico, doce e triste foi de cortar o coração. "As marcas de emoção em nossos lençóis,nossas melhores lembranças. Aquela esperança de tudo se ajeitar pode esquecer...”
Aquela interpretação foi o fim. O Maximo do pedido de clemência.To devolvendo, mas por favor pense, reconsidere.Fique.To indo embora “com a leve impressão de que já vou tarde”. Não fosse o Chico eu diria, "não é pra tanto mestre!". Menos!
Precisava tirar esta impressão que o Chico deixou em mim. Fui ouvir a mesma musica anos depois com o Francis Hime. Aí sim valeu a pena.
Aquele tom debochado rasgado, rido: “Aliás, aceite ajuda do seu novo amor, pro aluguel, devolva o Neruda que você me tomou e nunca lel (nunca "lel"pra rimar com aluguel, tanto era o deboche na hora a despedida).
“você foi o melhor dos meus casos. De todos os abraços, o que eu nunca esqueci”(que droga, tava tudo certo comigo).
A hora da partida é cruel, mas é também a hora da libertação. Fim de um tempo.Começo de uma nova vida.
Eu sei...
Nestas alturas da minha idade posso dizer que sou um mestre em despedidas.No ínicio eu chorava muito mas hoje em dia, diante dos meus cabelos brancos eu vou seco.Muito seco. Não sou um rato, sou um homem. Quer ir? Acabou? Tchau e benção!
Pronto assim mesmo.
Agora que não tem ninguém olhando, eu pego escondido, uma foto embaixo do travesseiro, foto encardida envelhecida pelo tempo. Desce uma lágrima teimosa e escondida. Daí como não podia deixar de ser, lembro que a Simone cantou: "Bastou se ver mais uma vez, prá sentir que não passou”
Não passou. Mas que filha da puta!
Ah, doutor, como dói."Viver sem ela será o meu fim”
Mas de uma coisa fiquem certos, se ela quiser voltar, o meu olhar vai dar uma festa!




